Alan S. Berenstein (1985)

 

Natural de São Paulo, trabalha com pesquisa em estratégia de comunicação para instituições como CACI Inhotim, e leva a sério sua paixão por jardins, tendo se formado com Ernest Gotsch, referência internacional no planejamento e prática de Sistemas agro-florestais. Foi o primeiro residente contemplado com uma bolsa integral destinada a um projeto em Agroecologia. Indo na contramão da monocultura, Alan trabalhou na elaboração de uma agrofloresta, ou seja um sistema de plantio inspirado na complexidade espontânea de uma floresta natural, porém com a finalidade de produzir alimentos. O manejo agro-florestal é totalmente orgânico e também traz melhorias ao solo. A idéia de Alan Berenstein foi ir além do utilitarismo no que ele buscou construir um jardim convidativo e aprazível, seguindo preceitos da Antroposofia que informaram a distribuição das mudas ao longo de desenhos orgânicos — como a espiral e a mandala. O trabalho do plantio foi realizado em estreita colaboração com o artista Louis Baguenault, também jardineiro de formação, e contou ainda com a participação de todos os outros residentes. Hoje, o jardim continua crescendo e se transformando, com suas mais de 60 árvores frutíferas, legumes, ervas e flores.

 

From São Paulo, works with research and communication strategies for institutions such as CACI Inhotim, and takes seriously his passion about gardening, having been trained by Ernest Gotsch, an international reference in the planning and practice of Food forests. Alan was the first resident to receive a full grant for a project in Agro-ecology. Going against the grain of monoculture, he worked on the construction of a completely organic food forest on a soil that was before worn by the use of fertilizers and pesticides. Theoretical precepts from Antroposophy have also informed the distribution of the of seedlings over organic designs - such as a spiral, for example - the dea is that the garden becomes an inspiring place that attract visitors. The work of planting was done in close collaboration with the artist Louis Baguenault, who was also trained as a gardener, and the participation of all other residents. Today, the garden keeps growing and changing, with its more than 60 fruit trees and many vegetables, herbs and decorative plants.

 

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